Há quem percorra quilómetros para ver e ouvir o mar. Há quem espere dias para ter alguém durante 10 minutos. Há quem atinja velocidades incríveis para parar para sempre. Vivemos num mundo de coisas giras, horríveis e assim assim. Acontece de tudo um pouco e são esses pouquinhos que fazem o tudo ter um sentido.
Sentado na praia à frente das dunas, no surf point da Aguçadoura, tenho a mente vazia, apenas um reflexo do meu corpo a permitir-me escrever. Usufruir do mar é algo que descontrai e me faz mergulhar do nada. É uma música natural que me paraliza. Tanto quero dizer mal de tudo como de repente esse tudo me parece perfeito. Quase que desisto…mas que se lixe, continuo a escrever pois o acto da escrita é outra das melhores libertações.
Ouço um rapaz lá ao fundo a descrever umas miúdas brasileiras, só fala em sexo e caipirinhas, basicamente para os 3 amigos que o ouvem é o maior! À direita 2 homens tentam conciliar as pranchas e as ondas com as namoradas na areia a secar. Nunca percebi este dilema. À esquerda, um pouco mais para cima, está a velha vestida de preto ao sol, a criança de tanga e chapéu e o cão pequenino a farejar a arca grande e verde (o guarda-sol é da Olá e o pára-vento da Segafredo).
Escusado será referir aqui que no Norte não há topless, e se o houver excepcionalmente, existirá sempre um grupo de nativos morenos e de brinco colados à miúda.
Perto do mar, na areia húmida e por isso compactada naturalmente está um grupo de jovens num jogo de futebol animado. Todos me parecem felizes, ou será a actividade que os faz esquecer do resto e sorrir.
Bem, vou vestir o fato pois as boas ondas começam a espreitar de novo e quero aproveitar enquanto ainda tenho um pouco de espaço. Fica esta nota do momento.
Sentado na praia à frente das dunas, no surf point da Aguçadoura, tenho a mente vazia, apenas um reflexo do meu corpo a permitir-me escrever. Usufruir do mar é algo que descontrai e me faz mergulhar do nada. É uma música natural que me paraliza. Tanto quero dizer mal de tudo como de repente esse tudo me parece perfeito. Quase que desisto…mas que se lixe, continuo a escrever pois o acto da escrita é outra das melhores libertações.
Ouço um rapaz lá ao fundo a descrever umas miúdas brasileiras, só fala em sexo e caipirinhas, basicamente para os 3 amigos que o ouvem é o maior! À direita 2 homens tentam conciliar as pranchas e as ondas com as namoradas na areia a secar. Nunca percebi este dilema. À esquerda, um pouco mais para cima, está a velha vestida de preto ao sol, a criança de tanga e chapéu e o cão pequenino a farejar a arca grande e verde (o guarda-sol é da Olá e o pára-vento da Segafredo).
Escusado será referir aqui que no Norte não há topless, e se o houver excepcionalmente, existirá sempre um grupo de nativos morenos e de brinco colados à miúda.
Perto do mar, na areia húmida e por isso compactada naturalmente está um grupo de jovens num jogo de futebol animado. Todos me parecem felizes, ou será a actividade que os faz esquecer do resto e sorrir.
Bem, vou vestir o fato pois as boas ondas começam a espreitar de novo e quero aproveitar enquanto ainda tenho um pouco de espaço. Fica esta nota do momento.






